terça-feira, 14 de julho de 2015

O que é Coerencia?

Por que está tudo tão incoerente?


Preciso para e refletir:
O que eu quero, o que eu espero, depende somente de mim?

A vida da gente não é só nossa! ou só uma...
Ela vai se amarrando a outras vidas e tecendo acontecimentos!

O que você esperava? Ser responsável por lapidar uma outra pessoa além de você mesma?
Oras, já chega, Ana! Não acha que está querendo demais?
Vai com calma! Deixa fluir, deixa rolar, sinta a brisa leve!!!

É ela, a vida, quem molda as pessoas, até mesmo você. Não importa se possui um humor desestabilizado ou algo do tipo. O que vale a pena ter em mente é que muitos obstáculos já foram vencidos.

Não importa o que as pessoas ACHAM ou a imagem que você passa, se para você não é isso que vale, ok?!

" Tenho calma, sou paciente. Assim como você será também ao perceber e saber que mesmo com o mundo desmoronando em nossas cabeças, ainda haverá um abrigo contra a tempestade (família)para nós"

Faça sua escolhas, de a cara a tapa, assuma os riscos e vá a luta! Enfrente seus medos, afinal, você não é mais uma MENININHA!

Já que um dia desses falamos sobre mudanças e o que será que eu deveria mudar em mim....
Somos tão diferentes, não é mesmo? Mas se Deus cruzou nossos caminhos, ELE deve ter uma bom motivo!

sábado, 25 de abril de 2015

E o que foi feito do amor?

Naquela célebre canção, " e o que foi feito da vida, o que foi feito do amor?"

   
    Ao menos uma vez na sua existência você deve ter parado para refletir sobre seus relacionamentos, o quanto você amadureceu e o quanto eles influenciaram a pessoa a qual se tornou. Quando eu era uma menina costumava acreditar que as pessoas não entram em nossa vida por acaso e também que ao mesmo tempo que alguma coisa elas trazem outra elas carregam consigo.
   Enfim, não importa se você concorda ou não, mas se me conheceu sabe que sempre acreditei em algo além de meras coincidências. Na época que certas coisas pareciam mágicas e eu estava na fase da menina descobrindo o amor era até bonitinho essa visão sobre as coisas. Não importava o quanto os mais velhos quisessem me esgotar com sua realidade concreta, porque era bem mais gostoso viajar nas minhas ilusões. Mas chega um momento na vida que o doce perde o gosto e se você não tenta aguçar seu paladar para outros sabores tudo fica sem graça.
    Propus-me a reinventar a minha idealização de amor, tal qual sempre acreditei e até agora fui meio infeliz, mas ainda não desisti e olha que pode parecer burrice esta minha persistência, mas quando eu quero que algo dê certo eu realmente insisto até dizer "chega!".
   Na verdade, quando a gente deixa o momento fluir e as coisas acontecerem, não tem motivo para se afobar. Reparei que esses dias estava eu cá me descabelando, como se o mundo fosse acabar e o amor nem tivesse batido em minha porta ainda. Poxa, deixa ele visitar os que precisam mais! E meus vinte poucos anos estão na metade apenas. Essa de amor não é pra mim por agora.
    O quanto eu aprendi e o quanto eu amadureci só me fez ter mais certeza que se um dia eu me enamorar de alguém vai ser de minha personalidade reflexa ou senão de alguém meu oposto ao extremo.
     É muito engraçado essa minha maneira de enxergar o outro em mim. E eu poderia ficar aqui divagando sobre essa questão de alma gêmea. Mas deixa pra outro post. No momento só gostaria de salientar que é importante este tipo de reflexão de vez em quando.
     Agradeço a cada ser que entrou, passou, ficou, permanente ou não, mas que algo deixou e um pouco levou, pois eu não seria a Ana de hoje sem todas essas contribuições! E sobre os amores, ah!, DEIXA PRA LÁ...

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Com certeza Cúmplices!





   O ponta pé inicial para o equilíbrio parte de uma pessoa 

apenas, nós mesmos. A vida está 

ai para ser vivida. E viver machuca, dói, incomoda, 

desestabiliza...

Dizem que é bonito meu jeito de olhar a vida, na maioria das 

vezes ingênuo e simples. Mas 

a parte do " desestabiliza, dói, machuca" eu queria poder 

não enxergar.


  O interessante é que sempre tentamos adiar ao máximo a 

proximidade com a realidade. 



Ficamos com nossos devaneios que são mais cômodos.




Até quando sonhar ainda é saudável? Se prender a um 


mundo onde tudo está em perfeita 



harmonia, pode-se conquistar esta harmonia com um pé no 


chão?



Quero ver até quando aguentamos o peso do mundo, do 


nosso mundo.



Tem uma hora que a estafa aparece e nos pega de jeito, até 


mesmo os mais jovens.





  Como é gostoso experimentar coisas novas ou até 

repetidas, e ás vezes tão singelas, mas 



que não paramos pra dar atenção. Isto ajuda a criar forças 


para continuar. 





A realidade é pesada, ótima semana para vocês!



abraços, Ana.